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6 modelos de calcinhas para as mulheres

Além de proteger a região íntima, a lingerie pode ser usada para sensualizar.

A escritora britânica Rosemary Hawthorne conta que as calcinhas foram inventadas em 1800, na França. Os primeiros modelos eram como as ceroulas masculinas, prendendo nos tornozelos com elásticos.

Com o passar dos anos, a peça evoluiu, diminuiu e tornou-se muito mais confortável. Hoje, a calcinha com tecnologia têxtil é uma aliada da saúde feminina, uma vez que absorve a umidade, elimina odores e mantém a área íntima ventilada na medida certa.

Desenvolvida para esconder e proteger a região íntima, com o passar dos anos, a calcinha transformou-se em objeto de fetiche. Seja para disfarçar ou sensualizar, o fato é que a calcinha é presença obrigatória no guarda-roupa e no cotidiano feminino.

Confira, a seguir, alguns modelos de calcinhas e a evolução da peça ao longo dos anos.

Caleçón

A partir da década de 1920, a quantidade de tecido usada na fabricação das calcinhas foi reduzida. Por causa da Primeira Guerra Mundial, a escassez de pano contribuiu para deixar as ceroulas femininas de lado, encurtando a dimensão da lingerie. Surgiu, então, o caleçón, ou a calçola, como chamamos por aqui.

Com cintura alta e laterais largas, a calçola ganhou fama como calcinha de vó no Brasil. A verdade é que a lingerie é bastante funcional, sendo indicada para as mulheres que estão passando pelo pós-parto, uma vez que a cintura alta ajuda a dar firmeza ao local da cicatriz da cesárea e conforto para se movimentar.

O caleçón também pode ser bastante sensual! Há modelos de renda, com bordadinhos e estampas, que ajudam a trazer mais feminilidade ao look.

Tanga

Também conhecida como calcinha biquíni, este é um dos modelos mais populares e democráticos que existe, servindo a todos os tipos de corpo. Essa lingerie é um pouco mais cavada na frente e atrás, tem cintura no lugar e abas que podem ser mais largas ou um pouco mais estreitas.

A calcinha do tipo tanga ajuda a esconder as gordurinhas, mas dependendo da roupa, pode marcar um pouco.

Cintura baixa

Na década de 1970, com o surgimento das calças Saint-Tropez, com cintura extremamente baixa, foi preciso readequar os cortes das calcinhas. Seguindo a tendência da moda, as peças também ganharam a cintura baixa, além de parte frontal e traseira mais estreita, como na tanga, e lateral bem fina.

A maioria dos modelos de cintura baixa usa alças como as dos sutiãs nas laterais, às vezes, até com reguladores.

Fio-dental

A fim de sensualizar e valorizar o corpo feminino, a partir dos anos de 1980, nasceu o famoso fio-dental, calcinha cuja parte traseira tem apenas uma tira de tecido. O fio-dental não é uma peça muito indicada para o dia a dia, uma vez que pode machucar o períneo e favorecer o aparecimento de infecções.

No entanto, a lingerie é ideal para ocasiões especiais, que pedem sensualidade, ou quando é preciso usar um traje justo, sem que a calcinha fique marcando.

Shortinho

Na transição de 1990 para os anos 2000, a palavra de ordem era conforto. Por isso, as calcinhas do tipo shortinho chegaram com força total! Idealizadas por marcas esportivas, como a Sexy Machine, as lingeries tinham frente, verso e laterais mais largos, além de cintura baixa, remetendo às cuecas boxer de hoje.

A maioria das calcinhas deste tipo é colorida e feita 100% de algodão, para descontrair o visual, já que a ideia é mais conforto e menos sensualidade.

Absorvente

A mais nova inovação foi a calcinha absorvente, feita com tecidos especiais que não deixam o sangue menstrual escapar. Considerada uma opção ecológica, frente aos absorventes descartáveis, essa lingerie é discreta, confortável e dura até 50 lavagens, podendo ser usada como uma calcinha comum depois.